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terça-feira, 30 de novembro de 2010

CONSERVAÇÃO E RESTAURO - ESCULTURA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO V



Aspecto da zona da face direita, na qual
existiam várias fendas ao nível do suporte,
que provocavam um efeito negativo na leitura do conjunto.
Registos antes e após a intervenção de conservação e restauro.
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

CONSERVAÇÃO E RESTAURO - ESCULTURA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO IV



Aspecto da zona superior da imagem (parte lateral direita)
Podem observar-se as fendas provocadas pela falta de adesão
entre os vários elementos constituites do suporte na zona do cabelo,
bem como as fendas abertas no rosto.
Registos antes e após a intervenção de conservação e restauro.
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

CONSERVAÇÃO E RESTAURO - ESCULTURA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO III



Aspecto da zona superior da imagem (parte lateral esquerda)
Registos antes e após a intervenção de conservação e restauro.
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

CONSERVAÇÃO E RESTAURO - ESCULTURA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO II



Aspecto da zona superior da imagem (cabeça e peito)
antes e após a intervenção de conservação e restauro.
São visiveis algumas das fendas existentes,
as quais prejudicavam a correcta
leitura da obra no seu conjunto.
É visivel também a sujidade concrecionada nas carnações,
a qual escurecia e alterava também a beleza da imagem.
Existem outros registos fotográficos deste trabalho,
os quais postaremos no decorrer dos próximos dias.
Esteja atento. Obrigado por nos visitar.
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CONSERVAÇÃO E RESTAURO - ESCULTURA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO



Escultura em madeira, de cariz processional,
da sub-categoria de imagens de vestir.
Dimensões – 149x40x38cm (Alt. x Larg. x Prof.)
Possui articulações nos braços,
as quais facilitam a tarefa de vestir a imagem.
A peça apresentava várias patologias,
quer a nível estrutural (fendas e fissuras do material de suporte;
deficiências na fixação da peça á sua base, devido ás suas dimensões
e á reduzida área de contacto entre o globo terrestre e a base;
Colagens efectuadas de modo inadequado e fracturas nas mãos;
Elementos descolados; ataque pontual de insectos xilófagos,
quer ao nível das camadas policromas
( Existência de muitas zonas com destacamentos da policromia
e massa de preparação; Observávamos várias lacunas ao nível
da camada policroma e da preparação; Existiam várias fendas
(algumas bastante visíveis no rosto) e craquelet (fissuração);
Desgaste da policromia no rosto.
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

CONSERVAÇÃO E RESTAURO - MEDALHÃO EM ALTO-RELEVO (SANT'ANA ENSINA NOSSA SENHORA A LER)




Medalhão em alto-relevo, representativo da cena tradicional,
na qual Sant'Ana ensina Nosa Senhora a ler.
A essa cena, é acrescentada em segundo plano o sumo-sacerdote do templo,
no qual Nossa Senhora é apresentada.
Em zona central, observamos também a simbologia da
descida do Espírito Santo e a Coroação de Nossa Senhora.
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

PATOLOGIAS VII





Aspecto do ataque devastador de insectos xilófagos numa
escultura em madeira de grandes dimensões, representativa de Cristo Crucificado.
Estado de conservação bastante problemático a nível estrutural,
o qual afectou também a peça ao nível das camadas superficiais.
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

PATOLOGIAS VI



Lacunas volumétricas do suporte. Nestes dois casos concretos,
verificamos a existência de lacunas em vários dedos das mãos
de uma escultura de Cristo Crucificado.
A imagem superior é mais problemática do ponto de vista
do equilibrio físico da obra, uma vez que a ausência de material
na zona de fixação do cravo, limita bastante a sua sustentabilidade na cruz.
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

CONSERVAÇÃO E RESTAURO - CRISTO CRUCIFICADO





Imagem escultórica em madeira policromada.
Cruz em madeira de pau-santo (pintada)
Imagem que apresentava alguns problemas de conservação
ao nível do suporte, mas também ao nível das camadas superficiais:
*lacunas volumétricas;
*colagens desajustadas de alguns elementos;
*sujidade;
*verniz de protecção oxidado;
*aplicação de argamassa na zona de união dos braços ao tronco;
*repintes parciais;
*pontos de oxidação devido a elementos metálicos estranhos á obra...
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

PATOLOGIAS V




Vários exemplos de fendas e fissuras em suporte de madeira,
provocados por diversos factores intrínsecos e extrínsecos ás peças:
defeitos estruturais e naturais do material, manuseamento incorrecto, acções de pseudo-restauro...
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sábado, 18 de setembro de 2010

PATOLOGIAS IV




Várias lacunas ao nível do suporte,
provocados por acção negligente ou intencional.
Neste tipo de patologias é necessária ponderação
por parte do conservador-restaurador,
no que respeita á reconstituição (ou não) das mesmas.
Factores decisivos:
* existência de linhas de continuidade nas lacunas;
*existência de registos (fotográfico, video, gráfico) das peças antes dos danos existentes;
*função a que se destina a obra em análise.
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

PATOLOGIAS III



Dois registos de uma colagem de fracturas com resinas comerciais,
completamente inadequadas para utilização em obras de arte.
Podemos observar o efeito de fotodegradação do colagéneo,
bem como a falta de critério que ouve na sua aplicação.
Por isso, intervenções no património cultural,
só devem ser executados por técnicos habilitados para esse efeito.
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

PATOLOGIAS II




Existência de três tipos de problemas numa imagem de roca:
fendas e fissuração do suporte; aplicação de elementos metálicos
(entretanto, já oxidados) de modo inadequado; ataque de insectos xilófagos
(ainda activos) na esttrutura tronco-piramidal da imagem.
Estes problemas, apesar de se verificarem no suporte de madeira,
são um factor de risco também para as camadas superficiais, as quais,
neste caso concreto, não apresentavam um grande valor técnico/artístico...
no entanto são sempre factores problemáticos que importa minimizar e eliminar.
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terça-feira, 14 de setembro de 2010

PATOLOGIAS I




Vários registos de patologias, as quais encontramos
frequentemente nas obras que intervencionamos.
De cima para baixo: fendilhação de material
usado em intervenção anterior;
poeira e concreções; fuligem de velas.
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